Os móveis de escritório constantemente têm que encarar a missão de se adaptar aos novos tempos. Com a tendência da redução de mão-de-obra, o aumento da demanda em prestação de serviços e a implantação de novas tecnologias que facilitam os processos, os móveis de escritório deixaram de ser meros coadjuvantes e passaram a colaborar nos resultados. As estações de trabalho hoje pedem uma dinâmica maior, mas ainda com uma certa privacidade, uma nova tarefa para as divisórias. Os laptops tomaram o lugar do volumoso kit CPU, monitor, mouse, teclado, caixa de som. Isso sem falar da tão comentada ergonomia, importante a ponto de interferir na saúde e rendimento da equipe. Por isso, os novos móveis de escritório têm que ser versáteis o suficiente para se adeqüar a qualquer tipo físico ou demanda de trabalho.

Acredito que um dos trabalhos das marcas de móveis de escritórios é acompanhar a evolução do mobiliário, desenvolvendo e oferecendo móveis ergonômicos e absolutamente usáveis. E para que os móveis sejam aproveitados em todo o seu potencial, é fundamental também contar com a participação do arquiteto ou designer de interiores. Somente um profissional desta área consegue harmonizar toda a dinâmica de um escritório, já que conhece os fluxos, as relações interpessoais, a acústica das salas, a iluminação, o paisagismo, enfim, todos os elementos que influenciam no bom funcionamento de um escritório. Podemos dizer que a colaboração do arquiteto ou designer de interiores é uma parceria com o fabricante dos móveis, cada qual com sua responsabilidade em oferecer as melhores opções para uma maior produtividade. As duas partes unidas conseguem otimizar os espaços e retomar o prazer de trabalhar, produzir e se comunicar.

E quando todos estes elementos trabalham juntos e em sintonia, todos saem ganhando. Ganha o funcionário, que pode trabalhar com conforto e produzir mais, além de se sentir prestigiado. Ganha o chefe deste funcionário, que pode contar com um colaborador mais satisfeito e também com um escritório apresentável. Ganha a empresa, pelo aumento da produtividade e consequëntemente sua rentabilidade e valor de mercado. Ganha o arquiteto, que pode se orgulhar de ter projetado um espaço saudável de trabalho. E ganha a fábrica de móveis, que pôde se envolver e participar deste processo todo com seu expertise em ergonomia, design e funcionalidade. Todos em sintonia por um ambiente de trabalho mais saudável.